sábado, 29 de dezembro de 2012

Ohana

Sabe o que eu acho? Eu acho que é simplesmente muito fácil julgar as pessoas pelo que elas fazem, por como elas agem, pelo modo que elas conversam com os outros. Eu quero ver ser humilde o bastante pra chegar nessa pessoa e perguntar: Ei, você ta legal? O que está acontecendo? Porque você está assim? Porque você age assim?
Já digo: não espere uma resposta direta, porque pessoas assim não respondem essas perguntas com facilidade. Sei disso porque eu mesma sou assim. Se alguém pergunta eu dou uma desculpa pra não tocar no assunto, porque as vezes esse assunto é tão profundo que achamos melhor guardar para nós mesmo.

Ohana quer dizer FAMÍLIA, e FAMÍLIA quer dizer NUNCA MAIS ABANDONAR!

Como ser uma família se não aceitamos as diferenças? Como ser uma família quando te mostram que algo está errado, mas você simplesmente prefere não entender, ou não corrigir porque assim tudo é mais cômodo? Como ser uma família quando simplesmente não fazemos nada para ajudar uns aos outros? Como ser uma família se servimos a quem não nos ajuda, e não servimos aqueles que estao sempre prontos a nos ajudar?

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

É engraçado como há exatamente um ano atrás o meu pensamento de faculdade era totalmente diferente do que eu estou vivendo agora. Não é apenas um lugar para estudar, aprender e virar um profissional, mas é um lugar de escolhas, e a maioria delas, difíceis. Eu não imaginava que eu precisaria ralar tanto, não imaginava que a cada semestre o ambiente mudava, que a cada semestre as pessoas mudavam, que seria tão difícil correr atrás daquilo que você quer. Mas eu sabia que o tempo todo Deus estaria comigo. Independente de desempenho na faculdade, das minhas notas ou da minha competência lá, Ele estaria comigo. E a cada dia que passa isso se torna muito mais vívido. Não posso dizer que nunca me perguntei se o que eu estou fazendo era a vontade de Deus, eu cheguei a perguntar sim, mas Deus me respondeu e a cada dia na faculdade isso se conforma. Tive que fazer alguns sacrifícios? Sim. No começo achava que não precisaria, mas eu vi que "toda escolha tem um renúncia", como meu pai fala.
Ano que vem vou conviver com pessoas totalmente diferentes daquelas que já convivi até hoje. Costumes novos, palavras novas, amizades novas, matérias novas, horários novos, tudo novo por mais um semestre. Hoje falo com convicção que Deus estava (e está) comigo o dia que eu decidir fazer Engenharia Mecânica, disso não tenho dúvidas. Sei que o caminho até a graduação é MUITO difícil, mas é aquilo, "Tudo posso naquEle que me fortalece".

Boa noite *---*